19 de outubro de 2020

A...guardando


A...guardando, nova criação p/ adulto animateatro
Com Cláudia Palma, Filipa Matta e Lina Ramos
Estreia em NOVEMBRO

Exercício: repetição [6/6]



Parceiro institucional


15 de outubro de 2020

ESTREIA "A...guardando"

- ESTREIA -



"A…guardando"
57ª criação p/ adulto Animateatro

M12 | 40min


26, 27* e 28 Novembro (5f, 6f, Sábado)
Espaço Animateatro
21H30

+ evento facebook


*integrando o 37º Festival de Teatro do Seixal
**lotação limitada sujeito a reserva antecipada
(espectáculos a realizar segundo as normas estipuladas pela DGS)


Sobre
ou apresentação da ideia

“A...guardando” é uma performance desenvolvida em coletivo por Cláudia Palma, Filipa Matta, João Ascenso, Lina Ramos e Patrícia Ricardo tendo como ponto de partida o tempo como espera na melancolia (passado), como elemento condicionante de desejos (presente) e como expectativa veloz (futuro). Três elementos que revelam a nossa noção de tempo na contemporaneidade e que foi explorada formalmente sob a forma de improviso (com uma dramaturgia definida à priori) através das relações do eu com o outro e do eu com o espaço à sua volta. A premissa será “viver” as performances, quer em espaços abandonados, quer em espaços culturais mais convencionais, todos adaptados ao tempo do lugar, enquadrando desta forma as suas histórias e substâncias.

“Aguardem. É agora o momento, e este é o registo do momento.” Laurie Anderson

Abordando a criação num prisma coletivo, foi-nos vital o dissecar a ideia de tempo num formato científico e filosófico, um tempo que se veicula pela subjetividade, pela obrigação, pelo natural que por sua vez se digladia com o social. O estar e ser permitiu-nos jogar improvisando em locais que não nos pediam nada, tudo lá estava cheio, locais em suposto “abandono”. Adquirimos com esta experiência em outdoor, material em vários suportes que nos interessa manter: o vídeo, a escrita, o áudio e a memória mental e física que nos possibilita seguir com os trabalhos para um espaço indoor. Portas dentro, munimo-nos das experiências adquiridas permitindo-nos fazer uma abordagem plástica, no corpo e na relação com o objeto artístico. Será crucial manter viva a memória, acompanhando o desenlace da criação em formato blog, guardando o ido e cumprindo assim a ideia de partilha.

O projeto surge precisamente porque entre todos os elementos envolvidos existe um sentimento de que a “corrida” contra o tempo pode ser um peso, um sufoco, assim a performance, usando a relação individual/espacial, será um veículo para repensar as nossas vidas, as relações humanas e políticas numa expectativa de aguardar o que está por vir e que não chega – como as personagens de Beckett que se relacionam com mundo sem encantamento, contudo e sem saber porquê mantêm-se à tona, rompendo com o senso, com a razão.

Bebendo dos distintos percursos/linguagens teatrais que cada um dos intervenientes transporta, interessa-nos explanar o tempo como conceito de identidade e de coletivo, desenvolvendo múltiplos entendimentos do significado “relação”. Perante uma contemporaneidade baça, consideramos pertinente levantar estas questões sobre as perspetivas individuais e coletivas, de como em pouco tempo tudo aquilo em que acreditávamos é posto em causa, num estalar de dedos.

Então como podemos viver o tempo? A espera? Como ultrapassar a angústia de algo que é mais veloz que nós? O racional será explorado como elemento transitório, no decorrer daquele tempo, a consciência será frequentemente desintegrada, inundando o ato com vários 'agoras' em que a incapacidade na tomada de decisão vigorará. O confronto animal estará patente, esboroando ao embater na humanidade. É sabido que faz parte da nossa natureza terminar sempre com o intuito de iniciar, somos insaciáveis. Foi esta dicotomia, o lidar com, que nos serviu de alimento no processo criativo.


Objectivos artísticos
ou interesse público/cultural do projeto

Artisticamente o objetivo será explorar o tempo no performer e o performer no tempo. O interesse na partilha com o público. Responder à questão: como é que a gestão individual do tempo pode afetar o coletivo, a sociedade contemporânea. É facto que um segundo é “supostamente” idêntico a todos, a forma como nos afeta é sim, exponencialmente distinta. A relação com algo que ainda não estamos certos sobre. Serve-nos a certeza de querer explorá-lo em locais que são prova certa, deste agente, ali o tempo existiu, existe e existirá. Interessa-nos uma experiência assente no encontro, culturalmente diferencial, propondo perspetivas num tom de abertura.


Sinopse
ou apenas uma tal de linha
“Poderá o tempo, o espanto, um encantamento frugal suprimir a incessante procura? Anafados do tanto, ansiamos por mais. A palavra, essa meretriz omnipresente que nos ludibria, façamo-la refém, por agora, nas entranhas. Em ânimo ou extenuados avançaremos ate ao embate num confronto, seja ele de curta ou longa duração, porque o tempo ao passar promete apaziguá-lo, assim resistiremos, inevitavelmente a…guardando.”


Ficha Técnica e Artística
Cocriação: Cláudia Palma, Filipa Matta, João Ascenso, Lina Ramos e Patrícia Ricardo | Interpretação: Cláudia Palma, Filipa Matta e Lina Ramos | Grafismo: César Duarte | Fotografia/ Registo Audiovisual/ Técnica: Patrícia Ricardo | Produção: Animateatro


Parceiro institucional
República Portuguesa – Ministério da Cultura



A...guardando











Exercício: repetição


A...guardando, nova criação p/ adulto animateatro
Com Cláudia Palma, Filipa Matta e Lina Ramos
Estreia em NOVEMBRO.


Comboio é velocidade, parede é matéria, pessoa é movimento - o tempo volátil, perpendicular, moldado aos elementos diários, palpáveis e, também eles, transparentes, como papel celofane.



Parceiro institucional


13 de outubro de 2020

18 OUTUBRO / Domingo







































“CAPUCHINHO VERMELHO na Floresta das Mil Janelas”
por SUI GENERIS (Sesimbra)
M6 | aprox. 45min
 
18 e 25 Outubro (Domingos)
Cinema S. Vicente
16H



Sobre
Neste espetáculo encontramos a Capuchinho vermelho, a avó e o lobo mas, eles vivem noutro “universo”, noutro tempo, de outra forma. Nesta criação falamos de problemáticas que se encontram na história tradicional mas, adicionamos outras que consideramos importantes falar neste tempo em que vivemos. A desflorestação, a relação com as tecnologias e com a velocidade, o crescimento, a confiança, a poluição, os animais, a imaginação são alguns temas que abordamos. Queremos deixar que os mais novos conheçam a Capuchinho Vermelho mas, queremos que tanto elas como os adultos que as acompanham sintam que o Teatro é também um espaço de reflexão e aprendizagem. E porque não levar a Capuchinho vermelho um pouco mais para além do que os nossos olhos e ouvidos estão habituados? As nossas florestas mágicas, como a Amazónia, as grandes florestas da Austrália, estão a ser consumidas e não podemos deixar de salientar o que estamos a fazer ao nosso planeta. Estas e muitas outras questões serão abordadas num espetáculo dinâmico onde, o cenário tal como a nossa imaginação, vai muito além do que parecem ser os limites.

Sinopse
Lembram-se da Capuchinho que foi levar os bolinhos a casa da avó? Pois bem, passou-se o tempo, a receita dos bolinhos é a mesma, mas a floresta mudou. As árvores deram lugar a postes de eletricidade, os animais foram substituídos por carros e o rio por uma fonte. Tudo muda! Juntem-se à Capuchinho nesta nova fase de descobertas. Que não vos falte imaginação.

Ficha Técnica e Artística
Criação: SUI GENERIS | Texto: Tiago Filipe | Elenco: Lara Matos, Mariana Varela e Tiago Filipe | Apoio Cenográfico: José Matos | Produção: SUI GENERIS

8 de outubro de 2020

11 OUTUBRO / Domingo

























"VANESSA vai à LUTA"
80ª Produção da ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro
M6 | 60min

11 Outubro (Domingo)
Cinema S. Vicente
16H

Lotação limitada a 90 lugares
(espectáculo a realizar segundo as normas estipuladas pela DGS)



Sobre
O espectáculo Vanessa vai à luta foi estreado em Maio de 2019, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no âmbito da primeira edição do Cenas de Miúdos, uma iniciativa da Câmara Municipal do Barreiro desenhada a pensar no pequeno público e na comunidade educativa do concelho. No seguimento do convite da autarquia para apresentar, em co-produção, um espectáculo a partir do mote ”Nós e os Outros. Igualdades e Oportunidades“, foi o texto de Luísa Costa Gomes que rapidamente surgiu em cima da mesa. Apesar de ambientado num tempo que já não é o de hoje – muita coisa mudou nos últimos vinte anos (data da primeira edição) – Vanessa vai à luta mantém-se assustadoramente actual no que à luta pela igualdade de género diz respeito. Vanessa vai à luta integra o Plano Nacional de Leitura.

Sinopse
Vanessa está quase a fazer anos. E quer uma metralhadora como presente!
Mãe: Já te disse que não te dou uma metralhadora nos anos.
Vanessa: Mas deste uma ao Rodrigo.
Mãe: Mas o Rodrigo é rapaz.
Vanessa: E o que é que isso tem a ver.
Mãe: Tem a ver, porque há brinquedos para meninas e brinquedos para rapazes.
O que é próprio de meninas e de meninos? As meninas são cor-de-rosa e os meninos azul?
As meninas só podem brincar com bonecas e os meninos com carrinhos?
Em pleno século XXI, as respostas pouco se alteraram em relação ao que se passava há dez, vinte ou trinta anos. A igualdade de género ainda não é um dado adquirido.
Vanessa vai ter de continuar a lutar!

Ficha Técnica e Artística
Autora: Luísa Costa Gomes | Encenação: Paula Magalhães | Direcção Actores: Carina Silva | Interpretação: Alexandre Antunes/Vítor Nuno, Carla Carreiro Mendes, Catarina Santana e João Parreira/Martim Serralheiro | Cenografia: João Pimenta | Figurinos: Ana Pimpista | Música: Miguel Félix | Apoio Figurinos: Atelier Oficina | Luminotecnia: João Oliveira Jr. | Operação Técnica: Maria Inês Santos | Design Gráfico: João Pimenta | Fotografia: Cláudio Ferreira | Produção Executiva: Catarina Santana | Apoio Cenográfico: António Santinho | Apoio Geral: João Henrique Oliveira

A...guardando


A...guardando, nova criação p/ adulto animateatro
Com Cláudia Palma, Filipa Matta e Lina Ramos
A estrear (breve, breve)

Exercício: repetição [5/6]



Parceiro institucional