29 de janeiro de 2019

3 FEVEREIRO / Domingo

“À PROCURA do PRINCIPEZINHO”
A partir do texto “O Principezinho”, de Antoine de Saint-Exupéry
por MAGNÓLIA (Oeiras)

M3 | 60min

3 Fevereiro (Domingo)
Cinema S. Vicente
16H

+ evento facebook


Sinopse
Passaram-se anos desde que o Principezinho apareceu junto do aviador.
Que lhe terá acontecido? Terá voltado para o seu planeta?
Ou terá a serpente simplesmente tê-lo feito desaparecer?
Ou foi tudo afinal um sonho?
A partir do conto original de Saint-Exupéry, embarcamos numa jornada de busca, de aventura, de reencontros, talvez de sonhos…..
Embarca connosco!!

Ficha Técnica e Artística

Elenco: Ana Luísa, Cristina Lopes, Joaquim Frazão, Lia Colorado, Mafalda Dinis, Rita Castaño, Rogério Paiva, Joana Duarte, Rodrigo Gonçalves | Adaptação e Encenação: Ester F. Gonçalves | Produção Executiva: Ester F. Gonçalves, Carina Osório | Produção: Projeto Magnólia

25 de janeiro de 2019

Estações!

“ESTAÇÕES”
28ª criação infantil ANIMATEATRO
Espectáculo p/ primeira infância
6 meses – 3 anos | 35min

27 Janeiro (Domingo)
Cinema S. Vicente
16H

Espectáculo em cima do palco p/ maior proximidade c/ o público.



Sinopse
O Ano perdeu o Dia, sem ajuda a viagem não será possível! Diana salta para a carruagem e percebe que em cada estação é necessária manutenção. Na Primavera há que ajudar flores a brotar, no Verão orientar a areia num quente chão, no Outono apanhar folhas que voam e caem, no Inverno espremer nuvens que água nos dão. Num só dia ver o ano em ação, de estação em estação…

Ficha Técnica e Artística
Encenação e Direção: Lina Ramos | Interpretação: Cláudia Palma e Sérgio Marcelino | Cenário, Figurinos, Conceção Plástica: Lina Ramos | Serralheiro: José Galego | Costureira: Lina Ramos e Teresa Beirão | Imagem: César Duarte | Composição Musical: Cláudio Gomes Pereira e Sérgio Marcelino, originais e versões de As Quatro Estações de António Vivaldi | Fotografia: Patrícia Ricardo e Paulo Vicente | Produção: Animateatro

 

Mário ou Eu-próprio-o-outro!




“MÁRIO ou EU PRÓPRIO-O-OUTRO”
por UMBIGO (Lisboa)
M14 | 60min

26 Janeiro (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30


22 de janeiro de 2019

27 JANEIRO / Domingo

“ESTAÇÕES”
28ª criação infantil ANIMATEATRO
Espectáculo p/ primeira infância

6 meses – 3 anos | 35min

27 Janeiro (Domingo)
Cinema S. Vicente
16H

Espectáculo em cima do palco p/ maior proximidade c/ o público.

26 JANEIRO / Sábado

“MÁRIO ou EU PRÓPRIO-O-OUTRO”
por UMBIGO (Lisboa)
M14 | 60min

26 Janeiro (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30

+ evento facebook


Sobre
Quis o destino, ou outra força desconhecida, como a coincidência, que criássemos esta produção no ano do centenário da morte do seu protagonista: Mário de Sá-Carneiro, 2016. Esta vontade da companhia em recriar cenicamente o texto de José Régio, fantasiando o dia do suicídio do seu amigo Mário, estava na gaveta das nossas vontades, e naquele ano decidimos tirá-la de lá, levando-a agora a outros palcos. Assim, surge esta criação artística, de artistas, sobre artistas, através de artistas e para todos. O poeta e contista Mário de Sá-Carneiro, é o protagonista, José Régio, o autor. Ambos homens das letras. Amigos. Artistas. Loucos. Como se a loucura pudesse ser sempre identificada. Ambos se confrontavam com dualidades, com alter-egos, com contrastes e cobiças projetadas em alguém deles próprios, mas camufladamente privados, íntimos. No caso de Fernando Pessoa, amigo bastante próximo de Sá-Carneiro, podemos dizer que acontecia o mesmo, mas manifestado de forma diferente. Pessoa não só se recriava enquanto vários Outros, mas também dava a conhecê-los. Mário escondia o eu Outro de todos, porque o escondia de si, exorcizando-se dele apenas nos seus textos. Esta projeção era construída através dos reflexos dos seus antagonismos, servindo-se dela para o fazer sentir rebaixado e vitimizado, uma forma de estar que cada vez mais começou a tomar conta deste artista, fruto da sua loucura, ou estranha razão, mas sempre e progressivamente com tendências depressivas, e, mais tarde, suicidas. Foi assim que encontrou a solução para que o outro o deixasse em paz, tomando uma forte dose de estricnina. Régio, através das suas palavras, conta esse momento; cartas entre Mário e Pessoa ilustram esses pensamentos, e com estes ingredientes, nós criámos este espetáculo.

Sinopse
26 de abril de 1916, Mário de Sá-Carneiro suicida-se em Paris. Na verdade, não se suicidou, foi suicidado. Pelo Outro, por ele próprio, o espelho de uma mente instável e revoltada em si, de si, para si. Este espectáculo vem propor um tecido cénico e performativo a este episódio, escrito por Régio e com textos das cartas de Fernando Pessoa, recriando uma relação entre dois personagens com génese apenas num. A atuação das palavras e os diálogos visuais são criados num jogo de conflito, submissão, superioridade e loucura. Os dois personagens não procuram ser o oposto um do outro, mas sim a personificação de desejos e diferenças que Mário almejava. E deu vida ao Outro. E o Outro, deu-lhe a morte.

Ficha Técnica e Artística
Texto de: José Régio | Cartas de: Fernando Pessoa | Poemas de: Mário de Sá-Carneiro | Adaptação e Encenação: rogério paulo | Interpretação: Anouschka Freitas e Ricardo Barceló | Grafismo: roger | Produção Artística: umbigo – companhia de teatro | Produção Executiva: Resto de Nada – Associação Cultural


15 de janeiro de 2019

Capuchinho Vermelho!

“CAPUCHINHO VERMELHO” teatro musical
por TEATROESFERA (Sintra)
M3 | 60min

20 Janeiro (Domingo)
Cinema S. Vicente
16H


A Negra!

“A NEGRA” concerto
por SARA RIBEIRO (Portugal)
M16 | 60min

19 Janeiro (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30




8 de janeiro de 2019

20 JANEIRO / Domingo

“CAPUCHINHO VERMELHO” teatro musical
por TEATROESFERA (Sintra)
M3 | 60min

20 Janeiro (Domingo)
Cinema S. Vicente
16H

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Sinopse
Publicada pela primeira vez pelo francês Charles Perrault, e depois pelos Irmãos Grimm o conto sofreu inúmeras adaptações, mudanças e releituras sendo uma das fábulas mais conhecidas de todos os tempos. Fernando Gomes inspira-se na conhecida série infantil Rua Sésamo, onde ele próprio participou como ator, para construir um divertido espetáculo destinado às crianças de todas as idades, tendo como pretexto a história da Menina do Capuchinho Vermelho. São cinco divertidas personagens que aguardam ansiosamente a entrada do público para contarem e cantarem, a conhecida história da Menina do Capuchinho Vermelho, a tal que não resistindo à sua enorme curiosidade e conrtando caminho, ao dirigir-se à casa da avó, esquece as recomendações dos pais e resolve atravessar a floresta. Mas o caminho mais curto nem sempre é o mais seguro…

Ficha Técnica e Artística
Adaptação e Encenação: Fernando Gomes | Elenco: Ana Landum, David Granada, Isabel Ribas, Jorge Estreia e Luís Pacheco | Produção: teatroESFERA

19 JANEIRO / Sábado




“A NEGRA” concerto
por SARA RIBEIRO (Portugal)

M16 | 60min

19 Janeiro (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30

+ evento facebook


. mother: https://www.youtube.com/watch?v=Eqrei_5UHRs
. roubo da Paz: https://www.youtube.com/watch?v=rqgofqqcqoQ


Sobre
Com percurso firmado como actriz, o mais recente trilho criativo de Sara Ribeiro conduziu-a
à música, sob a pele de A Negra. Este projecto é o resumo da sua longa jornada enquanto intérprete e marca um novo caminho que cruza os seus vários mundos artísticos. A sua diversidade estilística, performativa e vocal é avessa a rótulos, permite-nos, no entanto, colocá-la algures entre a spoken work e a soul, entre o hip hop e o acid, entre a balada e o protesto… La Negra faz-se acompanhar de Hugo Novo (GNR, Loopless…), na composição e arranjos, teclados e sintetizadores, que se entrelaçam num groove envolvente e a bateria de Márcio Pinto (Terrakota, Olivetreedance…) que marca ritmos distantes, do r&b norte-americano às sonoridades tribais africanas e de todo o mundo que os aparta.

Sinopse
A instrumentação e sua voz densa e carregada marcam a pulsação dos textos, fruto das personagens femininas e outras que compõem o imaginário da artista e das inquietações que a assolam. Destaca-se a força da palavra ou as fortes emoções e mensagens que compõem os enredos que La Negra narra. Sejam eles reflexões sobre o mundo, sobre o que os outros nos convocam, sobre os fantasmas que nos habitam, ou protestos com qualquer um daqueles. O mundo de A Negra é tão pungente e visceral, quanto fantasioso e delicado.

Ficha Técnica e Artística
A Negra (Sara Ribeiro) – voz | Márcio Pinto – bateria e percussão | Hugo Novo – teclados e sintetizadores | Frederico Gracias – operação de som | Ao Sul do Mundo – management e agenciamento