“Alguns pobres bancos escolares de madeira. Livros secos que se desfazem em pó.
A recordação dos castigos recebidos há muito e de figuras geométricas desenhadas com giz no quadro.
A aprendizagem das primeiras liberdades.
Levantam a mão num gesto por todos conhecido, e ficam assim imóveis, pedindo algo.
Criaturas humanas que exibem sem vergonha os segredos do passado… com os excessos da própria infância.”






















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