Lendo a sinopse do espectáculo e não pela resposta mais óbvia (o amor!), o que dirias sobre?
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16 de maio de 2016
10 de maio de 2016
Domingo / 15 MAIO
ÚLTIMA APRESENTAÇÃO
Dona BÔ e Senhor NIZ
teatro p/ primeira infância pela ANIMATEATRO
6meses - 3anos | 35min
+ evento facebook
Vizinhos inseparáveis trabalham paredes meias... Dona Bô arruma a garganta, separa o amargo, salgado, doce e até o ácido, Senhor Niz com a ajuda dos seus fieis receptores consegue classificar tudo o que lhe aparece à frente, o trabalho destes dois permite-nos até….identificar o sabor dos alimentos! No meio desta azáfama um soluço surge e o olfacto foge. Será que conseguem recuperá-lo?
Dona BÔ e Senhor NIZ
teatro p/ primeira infância pela ANIMATEATRO
6meses - 3anos | 35min
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Sábado / 14 MAIO
Depois da ESTREIA no dia 7*
A-MOR
Apresentação final do Curso Progressivo pela ANIMATEATRO
M12 | 50m
+ evento facebook

A-MOR
Apresentação final do Curso Progressivo pela ANIMATEATRO
M12 | 50m
+ evento facebook
É como baloiçar… Acutila-nos a consciência, essa tal que nos espicaça, que nos acomete…no pensar de palavra. Estamos todos lá dentro, como esponjas que absorvem, fitas métricas que medem, rolhas que acondicionam, filtros a bloquear e permitir. Sejamos destaques em papel de memórias que não foram escritas a lápis! Deixa algo neste presente, não fiques inerte na expectativa, porque somos nós que ali estamos, somos nós.
*obrigada a todos pela vossa presença, cá vos esperamos sempre de braços abertos
9 de maio de 2016
#018 PASSATEMPO - 14MAI (SÁB), A-MOR
Diz-nos onde revês a tua definição de amor através de algum poema que conheças.
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2 de maio de 2016
#017 PASSATEMPO - 7MAI (SÁB), A-MOR
Amor tem muitas definições. Conta-nos o que se significa para ti.
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21 de abril de 2016
Castelo Branco
Com a semana já quase a terminar, contamo-vos como tem sido no distrito de Castelo Branco com o LAGO DOS CISNES!
Pela Junta Freguesia de Orvalho, a qual oferece todos os anos a peça de teatro aos meninos da EB1/JI, uns sacos LINDOS com pão c/ chouriço e sumo lá dentro! Muito, muito obrigada!
Na EB1Aldeia de Joanes que nos recebem sempre de braços abertos, olhem lá o tamanho deste ABRAÇO! Obrigada também, muito!
e claro...
Cumpriu-se a demanda! Pisámos a neve!
P.S. Se continuarem a ver estas pessoas na rua, sim, podem (e devem) continuar a gritar "ERVILHA!" ou talvez "BATATA!"
12 de abril de 2016
Domingo / 17 ABRIL
"UM CONTO DE REIS"
pelo Teatro Bocage (Lisboa)
M3 | 45min

João Pateta vivia feliz. Um dia foi à feira vender uma vaca. A caminho, encontrou um fidalgo perdido na floresta. Mal sabia ele que se tratava do príncipe, que fugira do reino por não querer assumir o trono. O príncipe estava faminto e João Pateta oferece-lhe uma batata que trazia no bolso. O príncipe engasga-se e morre.
pelo Teatro Bocage (Lisboa)
M3 | 45min

João Pateta vivia feliz. Um dia foi à feira vender uma vaca. A caminho, encontrou um fidalgo perdido na floresta. Mal sabia ele que se tratava do príncipe, que fugira do reino por não querer assumir o trono. O príncipe estava faminto e João Pateta oferece-lhe uma batata que trazia no bolso. O príncipe engasga-se e morre.
O QUE ACONTECE DEPOIS?
7 de abril de 2016
Se virem estas pessoas na rua gritem "ervilha!"
O Lago Dos Cisnes e um sobreiro com 221 anos!!!
(Águas de Moura)

E continuamos no campo mas desta vez em Alhos Vedros.
smile emotic
6 de abril de 2016
'Tou?
Alguém aí?
Queremos sugerir algo!
Se por acaso já se cruzaram connosco em algum dos nossos espectáculos nas escolas (ou na rua, quiçá!) e tiverem registos desses encontros, enviem-nos essas coisas todas para programacao@animateatro.org (ou pela nossa página facebook, se der mais jeito) e assim colocaremos tudo aqui tal e qual arquivo-memória!
Que acham?
Vocês não se acanhem!
OBRIGADA! CORAÇÃO EM VÓS!
Queremos sugerir algo!
Se por acaso já se cruzaram connosco em algum dos nossos espectáculos nas escolas (ou na rua, quiçá!) e tiverem registos desses encontros, enviem-nos essas coisas todas para programacao@animateatro.org (ou pela nossa página facebook, se der mais jeito) e assim colocaremos tudo aqui tal e qual arquivo-memória!
Que acham?
Vocês não se acanhem!
OBRIGADA! CORAÇÃO EM VÓS!
4 de abril de 2016
Domingo / 10 ABRIL
Se não tiveram oportunidade no último Domingo, dia 3 de Abril, OS 3 MOSQUETEIROS (BYFURCAÇÃO, Lisboa) vão estar ainda este próximo no sítio do costume! Qual é o sítio do costume? Cinema São Vicente em Paio Pires, Seixal! Às 16h!
ATÉ JÁ!
Sábado / 9 ABRIL
"ESCURIDÃO BONITA"
por UMCOLECTIVO (Lisboa)
M6 | 40min
+ evento facebook

e se faltasse a luz?
o escuro às vezes não é falta de luz, mas a presença de um sonho…
por UMCOLECTIVO (Lisboa)
M6 | 40min
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e se faltasse a luz?
o escuro às vezes não é falta de luz, mas a presença de um sonho…
#016 PASSATEMPO - 9ABR (SÁB), ESCURIDÃO BONITA
O que é para ti uma escuridão bonita?
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28 de março de 2016
Domingo / 3 ABRIL
“OS 3 MOSQUETEIROS”
No início do século XVII, em plena França, D'Artagnan, depois de ouvir os conselhos do seu pai, parte em direcção à Paris iluminada com o objectivo de encontrar o Sr. De Trévillle e entrar para a guarda real, os mosqueteiros.
No início do século XVII, em plena França, D'Artagnan, depois de ouvir os conselhos do seu pai, parte em direcção à Paris iluminada com o objectivo de encontrar o Sr. De Trévillle e entrar para a guarda real, os mosqueteiros.
Queres saber o que acontece?
APARECE!
Ainda do Dia Mundial do Teatro
Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2016
Será que precisamos de teatro?
Essa é a pergunta que milhares de profissionais de teatro, dececionados com ele, e milhões de pessoas, que dele estão cansadas, fazem vezes sem conta.
Para que precisamos dele?
Anos estes em que a cena parece tão insignificante, quando comparada com as praças das cidades e com os territórios dos estados, onde as tragédias autênticas da vida real estão a decorrer.
O que é isso para nós?
Galerias banhadas a ouro e balcões das salas de teatro, poltronas de veludo, laterais de palco sujas, e as muito límpidas vozes dos atores – ou vice-versa, algo que pode surgir aparentemente bem diferente: caixas pretas, manchadas de lodo e sangue, com uma porção de corpos nus e raivosos no seu interior.
O que é que isto nos é capaz de dizer?
Tudo!
O teatro pode dizer-nos tudo.
Como os deuses habitam no céu, e como prisioneiros definham em subterrâneos esquecidos, e como a paixão nos pode elevar, e como o amor pode ruir, e de como ninguém necessita de uma boa pessoa neste mundo, e como a deceção reina, e como as pessoas vivem em apartamentos, enquanto as crianças tiritam em campos de refugiados, e como todos eles têm de voltar para o deserto, e como dia após dia somos forçados a separar-nos daqueles que amamos – O teatro pode contar tudo.
O teatro esteve sempre aqui e permanecerá para sempre.
E agora, nestes últimos cinquenta ou setenta anos, ele é particularmente necessário.
Porque se olharmos para todas as artes públicas, podemos ver de imediato o que o só o teatro é capaz de nos dar – uma palavra de boca a boca, um olhar de olhos nos olhos, um gesto de mão para mão, e de corpo para corpo.
O teatro não precisa de nenhum intermediário para poder exercer a sua ação entre os seres humanos – ele constitui o lado mais transparente da luz, não pertencendo nem ao sul, nem ao norte, nem ao leste ou ao oeste – oh não, ele é a essência da luz em si mesma, brilhando de todos os quatro cantos do mundo, imediatamente reconhecível por qualquer pessoa, seja hostil ou amistosa para com ele.
E precisamos do teatro que permaneça sempre diferente; precisamos de teatro de muitos tipos diferentes.
Penso ainda que de todas as formas possíveis de teatro, as suas formas mais arcaicas serão aquelas que chamarão sobre si um maior apelo. O teatro de formas rituais não deve ser artificialmente oposto ao das designadas nações “civilizadas”. A cultura secular está a ser mais e mais lugar de emasculação, e nela a chamada «informação cultural» está gradualmente a substituir e a expulsar de si as entidades portadoras de singularidade, assim como a nossa esperança de um dia as poder vir a conhecer.
Mas uma coisa eu posso ver agora claramente: O teatro está a abrir as suas portas amplamente. Entrada gratuita para todos sem exceção.
Para o inferno com gadgets e computadores – simplesmente venham ao teatro; ocupem filas inteiras nas bancadas e nas galerias, oiçam a palavra e contemplem as imagens vivas! – é o teatro que está à vossa frente, não o negligenciem nem desperdicem a oportunidade de participar nele – talvez seja a oportunidade mais preciosa que podemos partilhar nas nossas vidas vãs e apressadas.
Precisamos de todo e cada tipo de teatro.
Há apenas um teatro de que ninguém por certo sentirá falta – refiro-me ao teatro dos jogos políticos, o teatro das armadilhas políticas, o teatro dos políticos, o teatro fútil da política.
Do que nós certamente não necessitamos é de um teatro de terror diário – seja ele individual ou coletivo, do que não precisamos mesmo é do teatro de cadáveres e de sangue nas ruas e nas praças, nas capitais ou nas províncias, um teatro falseado de confrontos entre religiões ou grupos étnicos…
Tradução a partir do inglês: Margarida Saraiva
de Anatoli Vassiliev
Será que precisamos de teatro?
Essa é a pergunta que milhares de profissionais de teatro, dececionados com ele, e milhões de pessoas, que dele estão cansadas, fazem vezes sem conta.
Para que precisamos dele?
Anos estes em que a cena parece tão insignificante, quando comparada com as praças das cidades e com os territórios dos estados, onde as tragédias autênticas da vida real estão a decorrer.
O que é isso para nós?
Galerias banhadas a ouro e balcões das salas de teatro, poltronas de veludo, laterais de palco sujas, e as muito límpidas vozes dos atores – ou vice-versa, algo que pode surgir aparentemente bem diferente: caixas pretas, manchadas de lodo e sangue, com uma porção de corpos nus e raivosos no seu interior.
O que é que isto nos é capaz de dizer?
Tudo!
O teatro pode dizer-nos tudo.
Como os deuses habitam no céu, e como prisioneiros definham em subterrâneos esquecidos, e como a paixão nos pode elevar, e como o amor pode ruir, e de como ninguém necessita de uma boa pessoa neste mundo, e como a deceção reina, e como as pessoas vivem em apartamentos, enquanto as crianças tiritam em campos de refugiados, e como todos eles têm de voltar para o deserto, e como dia após dia somos forçados a separar-nos daqueles que amamos – O teatro pode contar tudo.
O teatro esteve sempre aqui e permanecerá para sempre.
E agora, nestes últimos cinquenta ou setenta anos, ele é particularmente necessário.
Porque se olharmos para todas as artes públicas, podemos ver de imediato o que o só o teatro é capaz de nos dar – uma palavra de boca a boca, um olhar de olhos nos olhos, um gesto de mão para mão, e de corpo para corpo.
O teatro não precisa de nenhum intermediário para poder exercer a sua ação entre os seres humanos – ele constitui o lado mais transparente da luz, não pertencendo nem ao sul, nem ao norte, nem ao leste ou ao oeste – oh não, ele é a essência da luz em si mesma, brilhando de todos os quatro cantos do mundo, imediatamente reconhecível por qualquer pessoa, seja hostil ou amistosa para com ele.
E precisamos do teatro que permaneça sempre diferente; precisamos de teatro de muitos tipos diferentes.
Penso ainda que de todas as formas possíveis de teatro, as suas formas mais arcaicas serão aquelas que chamarão sobre si um maior apelo. O teatro de formas rituais não deve ser artificialmente oposto ao das designadas nações “civilizadas”. A cultura secular está a ser mais e mais lugar de emasculação, e nela a chamada «informação cultural» está gradualmente a substituir e a expulsar de si as entidades portadoras de singularidade, assim como a nossa esperança de um dia as poder vir a conhecer.
Mas uma coisa eu posso ver agora claramente: O teatro está a abrir as suas portas amplamente. Entrada gratuita para todos sem exceção.
Para o inferno com gadgets e computadores – simplesmente venham ao teatro; ocupem filas inteiras nas bancadas e nas galerias, oiçam a palavra e contemplem as imagens vivas! – é o teatro que está à vossa frente, não o negligenciem nem desperdicem a oportunidade de participar nele – talvez seja a oportunidade mais preciosa que podemos partilhar nas nossas vidas vãs e apressadas.
Precisamos de todo e cada tipo de teatro.
Há apenas um teatro de que ninguém por certo sentirá falta – refiro-me ao teatro dos jogos políticos, o teatro das armadilhas políticas, o teatro dos políticos, o teatro fútil da política.
Do que nós certamente não necessitamos é de um teatro de terror diário – seja ele individual ou coletivo, do que não precisamos mesmo é do teatro de cadáveres e de sangue nas ruas e nas praças, nas capitais ou nas províncias, um teatro falseado de confrontos entre religiões ou grupos étnicos…
Tradução a partir do inglês: Margarida Saraiva
Revisão: Armando Nascimento Rosa
27 de março de 2016
Dia Mundial do Teatro
O Teatro é ir e voltar de um mergulho dentro de mim.
Ângela Santos
O Teatro é inspirar o Outro. É expirar nós próprios.
Alexandre Gregório
Teatro é a forma de passar aos outros uma mensagem de forma indelével e verdadeira.
Frederico Barata
Teatro é: Auto - conhecimento servido em pequenas doses inofensivas e intensamente delicadas. Um afastamento de tudo o que me filtra, retém e engana. Um entendimento dos meus sentimentos mais profundos e um desabrochar do que de mais genuíno existe em mim.
Helena Barata
O Teatro é a possibilidade que temos de transformar a Vida, através de movimentos internos e externos, em beleza. É a arte da criação da felicidade em unidade com todos e com tudo o que nos toca. É simplesmente a Humanidade na sua totalidade.
Rodrigo João Esteves
Rodrigo João Esteves
O Teatro é a alma que permanece eterna.
Sara Alexandra
Este é o nosso testemunho sobre o Teatro. Porque O trazemos connosco, sempre.
22 de março de 2016
Quando nos enviam coisas boas







A Carla Antunes do Centro Social Paroquial de Silveira (TorresVedras) enviou-nos estes bonitos registos da nossa ida junto deles. Muito obrigada, Carla! Que nos encontremos em breve!


16 de março de 2016
8 de março de 2016
Domingo / 13 MARÇO / FORA DE CASA
Também não conseguiste? Não faz mal porque também repetiremos a dose
no Teatro Bocage (Lisboa) pelas 16h!
7 de março de 2016
Domingo / 13 MARÇO
Não conseguiste no Domingo passado? Não faz mal porque vamos repetir a dose
no Cinema São Vicente (Paio Pires) pelas 16h!

2 de março de 2016
Domingo / 6 MARÇO / FORA DE CASA

"Lago dos Cisnes"
por Animateatro
M3 | 60min
no Teatro Bocage (Lisboa) pelas 16h!


