O que é para ti uma escuridão bonita?
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4 de abril de 2016
28 de março de 2016
Domingo / 3 ABRIL
“OS 3 MOSQUETEIROS”
No início do século XVII, em plena França, D'Artagnan, depois de ouvir os conselhos do seu pai, parte em direcção à Paris iluminada com o objectivo de encontrar o Sr. De Trévillle e entrar para a guarda real, os mosqueteiros.
No início do século XVII, em plena França, D'Artagnan, depois de ouvir os conselhos do seu pai, parte em direcção à Paris iluminada com o objectivo de encontrar o Sr. De Trévillle e entrar para a guarda real, os mosqueteiros.
Queres saber o que acontece?
APARECE!
Ainda do Dia Mundial do Teatro
Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2016
Será que precisamos de teatro?
Essa é a pergunta que milhares de profissionais de teatro, dececionados com ele, e milhões de pessoas, que dele estão cansadas, fazem vezes sem conta.
Para que precisamos dele?
Anos estes em que a cena parece tão insignificante, quando comparada com as praças das cidades e com os territórios dos estados, onde as tragédias autênticas da vida real estão a decorrer.
O que é isso para nós?
Galerias banhadas a ouro e balcões das salas de teatro, poltronas de veludo, laterais de palco sujas, e as muito límpidas vozes dos atores – ou vice-versa, algo que pode surgir aparentemente bem diferente: caixas pretas, manchadas de lodo e sangue, com uma porção de corpos nus e raivosos no seu interior.
O que é que isto nos é capaz de dizer?
Tudo!
O teatro pode dizer-nos tudo.
Como os deuses habitam no céu, e como prisioneiros definham em subterrâneos esquecidos, e como a paixão nos pode elevar, e como o amor pode ruir, e de como ninguém necessita de uma boa pessoa neste mundo, e como a deceção reina, e como as pessoas vivem em apartamentos, enquanto as crianças tiritam em campos de refugiados, e como todos eles têm de voltar para o deserto, e como dia após dia somos forçados a separar-nos daqueles que amamos – O teatro pode contar tudo.
O teatro esteve sempre aqui e permanecerá para sempre.
E agora, nestes últimos cinquenta ou setenta anos, ele é particularmente necessário.
Porque se olharmos para todas as artes públicas, podemos ver de imediato o que o só o teatro é capaz de nos dar – uma palavra de boca a boca, um olhar de olhos nos olhos, um gesto de mão para mão, e de corpo para corpo.
O teatro não precisa de nenhum intermediário para poder exercer a sua ação entre os seres humanos – ele constitui o lado mais transparente da luz, não pertencendo nem ao sul, nem ao norte, nem ao leste ou ao oeste – oh não, ele é a essência da luz em si mesma, brilhando de todos os quatro cantos do mundo, imediatamente reconhecível por qualquer pessoa, seja hostil ou amistosa para com ele.
E precisamos do teatro que permaneça sempre diferente; precisamos de teatro de muitos tipos diferentes.
Penso ainda que de todas as formas possíveis de teatro, as suas formas mais arcaicas serão aquelas que chamarão sobre si um maior apelo. O teatro de formas rituais não deve ser artificialmente oposto ao das designadas nações “civilizadas”. A cultura secular está a ser mais e mais lugar de emasculação, e nela a chamada «informação cultural» está gradualmente a substituir e a expulsar de si as entidades portadoras de singularidade, assim como a nossa esperança de um dia as poder vir a conhecer.
Mas uma coisa eu posso ver agora claramente: O teatro está a abrir as suas portas amplamente. Entrada gratuita para todos sem exceção.
Para o inferno com gadgets e computadores – simplesmente venham ao teatro; ocupem filas inteiras nas bancadas e nas galerias, oiçam a palavra e contemplem as imagens vivas! – é o teatro que está à vossa frente, não o negligenciem nem desperdicem a oportunidade de participar nele – talvez seja a oportunidade mais preciosa que podemos partilhar nas nossas vidas vãs e apressadas.
Precisamos de todo e cada tipo de teatro.
Há apenas um teatro de que ninguém por certo sentirá falta – refiro-me ao teatro dos jogos políticos, o teatro das armadilhas políticas, o teatro dos políticos, o teatro fútil da política.
Do que nós certamente não necessitamos é de um teatro de terror diário – seja ele individual ou coletivo, do que não precisamos mesmo é do teatro de cadáveres e de sangue nas ruas e nas praças, nas capitais ou nas províncias, um teatro falseado de confrontos entre religiões ou grupos étnicos…
Tradução a partir do inglês: Margarida Saraiva
de Anatoli Vassiliev
Será que precisamos de teatro?
Essa é a pergunta que milhares de profissionais de teatro, dececionados com ele, e milhões de pessoas, que dele estão cansadas, fazem vezes sem conta.
Para que precisamos dele?
Anos estes em que a cena parece tão insignificante, quando comparada com as praças das cidades e com os territórios dos estados, onde as tragédias autênticas da vida real estão a decorrer.
O que é isso para nós?
Galerias banhadas a ouro e balcões das salas de teatro, poltronas de veludo, laterais de palco sujas, e as muito límpidas vozes dos atores – ou vice-versa, algo que pode surgir aparentemente bem diferente: caixas pretas, manchadas de lodo e sangue, com uma porção de corpos nus e raivosos no seu interior.
O que é que isto nos é capaz de dizer?
Tudo!
O teatro pode dizer-nos tudo.
Como os deuses habitam no céu, e como prisioneiros definham em subterrâneos esquecidos, e como a paixão nos pode elevar, e como o amor pode ruir, e de como ninguém necessita de uma boa pessoa neste mundo, e como a deceção reina, e como as pessoas vivem em apartamentos, enquanto as crianças tiritam em campos de refugiados, e como todos eles têm de voltar para o deserto, e como dia após dia somos forçados a separar-nos daqueles que amamos – O teatro pode contar tudo.
O teatro esteve sempre aqui e permanecerá para sempre.
E agora, nestes últimos cinquenta ou setenta anos, ele é particularmente necessário.
Porque se olharmos para todas as artes públicas, podemos ver de imediato o que o só o teatro é capaz de nos dar – uma palavra de boca a boca, um olhar de olhos nos olhos, um gesto de mão para mão, e de corpo para corpo.
O teatro não precisa de nenhum intermediário para poder exercer a sua ação entre os seres humanos – ele constitui o lado mais transparente da luz, não pertencendo nem ao sul, nem ao norte, nem ao leste ou ao oeste – oh não, ele é a essência da luz em si mesma, brilhando de todos os quatro cantos do mundo, imediatamente reconhecível por qualquer pessoa, seja hostil ou amistosa para com ele.
E precisamos do teatro que permaneça sempre diferente; precisamos de teatro de muitos tipos diferentes.
Penso ainda que de todas as formas possíveis de teatro, as suas formas mais arcaicas serão aquelas que chamarão sobre si um maior apelo. O teatro de formas rituais não deve ser artificialmente oposto ao das designadas nações “civilizadas”. A cultura secular está a ser mais e mais lugar de emasculação, e nela a chamada «informação cultural» está gradualmente a substituir e a expulsar de si as entidades portadoras de singularidade, assim como a nossa esperança de um dia as poder vir a conhecer.
Mas uma coisa eu posso ver agora claramente: O teatro está a abrir as suas portas amplamente. Entrada gratuita para todos sem exceção.
Para o inferno com gadgets e computadores – simplesmente venham ao teatro; ocupem filas inteiras nas bancadas e nas galerias, oiçam a palavra e contemplem as imagens vivas! – é o teatro que está à vossa frente, não o negligenciem nem desperdicem a oportunidade de participar nele – talvez seja a oportunidade mais preciosa que podemos partilhar nas nossas vidas vãs e apressadas.
Precisamos de todo e cada tipo de teatro.
Há apenas um teatro de que ninguém por certo sentirá falta – refiro-me ao teatro dos jogos políticos, o teatro das armadilhas políticas, o teatro dos políticos, o teatro fútil da política.
Do que nós certamente não necessitamos é de um teatro de terror diário – seja ele individual ou coletivo, do que não precisamos mesmo é do teatro de cadáveres e de sangue nas ruas e nas praças, nas capitais ou nas províncias, um teatro falseado de confrontos entre religiões ou grupos étnicos…
Tradução a partir do inglês: Margarida Saraiva
Revisão: Armando Nascimento Rosa
27 de março de 2016
Dia Mundial do Teatro
O Teatro é ir e voltar de um mergulho dentro de mim.
Ângela Santos
O Teatro é inspirar o Outro. É expirar nós próprios.
Alexandre Gregório
Teatro é a forma de passar aos outros uma mensagem de forma indelével e verdadeira.
Frederico Barata
Teatro é: Auto - conhecimento servido em pequenas doses inofensivas e intensamente delicadas. Um afastamento de tudo o que me filtra, retém e engana. Um entendimento dos meus sentimentos mais profundos e um desabrochar do que de mais genuíno existe em mim.
Helena Barata
O Teatro é a possibilidade que temos de transformar a Vida, através de movimentos internos e externos, em beleza. É a arte da criação da felicidade em unidade com todos e com tudo o que nos toca. É simplesmente a Humanidade na sua totalidade.
Rodrigo João Esteves
Rodrigo João Esteves
O Teatro é a alma que permanece eterna.
Sara Alexandra
Este é o nosso testemunho sobre o Teatro. Porque O trazemos connosco, sempre.
22 de março de 2016
Quando nos enviam coisas boas







A Carla Antunes do Centro Social Paroquial de Silveira (TorresVedras) enviou-nos estes bonitos registos da nossa ida junto deles. Muito obrigada, Carla! Que nos encontremos em breve!


16 de março de 2016
8 de março de 2016
Domingo / 13 MARÇO / FORA DE CASA
Também não conseguiste? Não faz mal porque também repetiremos a dose
no Teatro Bocage (Lisboa) pelas 16h!
7 de março de 2016
Domingo / 13 MARÇO
Não conseguiste no Domingo passado? Não faz mal porque vamos repetir a dose
no Cinema São Vicente (Paio Pires) pelas 16h!

2 de março de 2016
Domingo / 6 MARÇO / FORA DE CASA

"Lago dos Cisnes"
por Animateatro
M3 | 60min
no Teatro Bocage (Lisboa) pelas 16h!
Domingo / 6 MARÇO
"El Rei Tadinho No Reino das Cem Janelas"
pelo Teatro BOCAGE (Lisboa)
M3 | 50 min
no Cinema São Vicente (Paio Pires) pelas 16h!
29 de fevereiro de 2016
Levámos o 'Lago dos Cisnes' novamente a Aveiro e
queríamos contar-vos uma história...
e outra…
e mais outra…
esperamos que tenham gostado destas porque teremos mais para contar!
Obrigada aos nossos Sérgio Prieto*, Liliana Fonseca e Liliana Costa, isto é, ao nosso super elenco pelos registos sempre lindos que publicamos aqui!
*sabiam que o Sérgio hoje faz anos hoje?
TOCA A DAR OS PARABÉÉÉNNNSSS!
24 de fevereiro de 2016
Sábado + Domingo / 27 + 28 FEVEREIRO
Concerto “TRIUNFO DOS POUCOS - HAJA O COVER”
por CLÁUDIO PEREIRA (Seixal)
M14 | 70min
27 FEVEREIRO (Sábado), pelas 21h30 no Espaço Animateatro
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BAÚ DE ESTÓRIAS pela ARTEVIVA (Barreiro)
M4 | 45min
28 FEVEREIRO (Domingo), pelas 16h no Cinema São Vicente
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22 de fevereiro de 2016
#015 PASSATEMPO - 27FEV (SÁB), TRIUNFO DOS POUCOS/ HAJA O COVER
Suponhamos que este projecto é teu... Fala-nos sobre ele!
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17 de fevereiro de 2016
Domingo / 21 FEVEREIRO
A ALMA DA NOSSA TERRA - a alma de Almada
por ÂNGELA RIBEIRO (Seixal)
Teatro de Marionetas
M6 | 40min
no Cinema São Vicente (Paio Pires) pelas 16h!



Sábado / 20 FEVEREIRO
Concerto “TRIUNFO DOS POUCOS - HAJA O COVER”
por CLÁUDIO PEREIRA (Seixal)
M14 | 70min
15 de fevereiro de 2016
#014 PASSATEMPO - 20FEV (SÁB), TRIUNFO DOS POUCOS/ HAJA O COVER
Se este projecto fosse teu, diz-nos o título de duas músicas que tivesses composto.
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12 de fevereiro de 2016
São Valentim
somos umas das recomedações da Pumpkin para este fim-de-semana! Ora espreitem lá!
Sim, porque dia 14 é... Dia dos Namorados!
<3
Sabiam? : )
OLÁ e BEN & JERRY'S
Campanha Promocional Voucher
Compra 1 bilhete/recebe outro gratuito
Compra 1 bilhete/recebe outro gratuito
"Agora tens mais uma razão para nos visitares! Através da TLC Marketing, estabelecemos uma parceria para a Campanha da Olá. Sabe mais em www.olaganhasempre.pt. Compra Olá e ganha sempre!"
Olá Ganha Sempre!
9 de fevereiro de 2016
Domingo / 14 FEVEREIRO
BÁU DE ESTÓRIAS pela ARTEVIVA (Barreiro)
M4 | 45min
no Cinema São Vicente (Paio Pires) pelas 16h!
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Vais ou ficas?
Até já!
M4 | 45min
no Cinema São Vicente (Paio Pires) pelas 16h!
+ evento facebook
Vais ou ficas?
Até já!






