E a EB1 de Sismaria de Gândara (Leiria) que também fez este vídeo maravilhoso sobre a Alice no País do Soldadinho de Chumbo? Obrigada!
6 de maio de 2015
4 de maio de 2015
#006 PASSATEMPO - 9MAIO (SÁB), ARRABALDES
Escreve uma pequena frase sobre ti, UTILIZANDO as palavras ESFREGONA e BICICLETA.
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28 de abril de 2015
#005 PASSATEMPO - 2MAIO (SÁB), ARRABALDES
Se TU fosses a periferia/arredor de alguém ou de um lugar, que nome terias?
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AINDA EM MAIO
DOMINGOS - 17, 24, 31
ALICE NO PAÍS DO SOLDADINHO DE CHUMBO* (M4 | 60m) por ANIMATEATRO
MAIO!
SÁBADOS - 2, 9, 16, 23, 30
ARRABALDES, APRESENTAÇÃO FINAL CURSO PROGESSIVO* (M12 | 60m)
por ANIMATEATRO
por ANIMATEATRO
21H30 - ESPAÇO ANIMATEATRO (AMORA)
DOMINGOS - 3, 10
DONA BÔ E SENHOR NIZ* (6meses-3anos | 35m) por ANIMATEATRO
26 de abril de 2015
20 de abril de 2015
#004 PASSATEMPO - 25ABR (SÁB), DIÁLOGOS, DE MIGUEL CASTRO CALDAS
Diz-nos… Que música associas a Diálogos, de Miguel Castro Caldas?
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Mais!
SÁBADO, 25
DIÁLOGOS, DE MIGUEL CASTRO CALDAS* (M12 | 50m)
por Grupo PÊ da ANIMATEATRO
18H18
DOMINGO, 26
DIÁLOGOS, DE MIGUEL CASTRO CALDAS* (M12 | 50m)
por Grupo PÊ da ANIMATEATRO
18H18
NO ESPAÇO ANIMATEATRO
*integrado no projecto PANOS - palcos novos palavras novas, da Culturgest
15 de abril de 2015
Também para o fim-de-semana
DOMINGO, 19
ULISSES* (M6 | 60m) por MUSGO ASSOCIAÇÃO CULTURAL
16H - CINEMA SÃO VICENTE (PAIO PIRES)
13 de abril de 2015
#003 PASSATEMPO - 18ABR (SÁB), DIÁLOGOS DE MIGUEL CASTRO CALDAS
Cria um pequeno (pequenino!) diálogo com um estranho sem nunca utilizares pontuação.
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Para este fim-de-semana
SÁBADO, 18
DIÁLOGOS, DE MIGUEL CASTRO CALDAS* (M12 | 50m)
por Grupo PÊ da ANIMATEATRO
18H18
DOMINGO, 19
DIÁLOGOS, DE MIGUEL CASTRO CALDAS* (M12 | 50m)
por Grupo PÊ da ANIMATEATRO
18H18
NO ESPAÇO ANIMATEATRO
*integrado no projecto PANOS - palcos novos palavras novas, da Culturgest
8 de abril de 2015
E nisto também
DOMINGO, 12
ULISSES* (M6 | 60m) por MUSGO ASSOCIAÇÃO CULTURAL
ULISSES* (M6 | 60m) por MUSGO ASSOCIAÇÃO CULTURAL
16H - CINEMA SÃO VICENTE (PAIO PIRES)
7 de abril de 2015
Botem lá atenção nisto
QUINTA, SEXTA, SÁBADO - 9, 10, 11
O MAGNÍFICO DITADOR* (M12 | 1h20m) por ANIMATEATRO
21H30
O MAGNÍFICO DITADOR* (M12 | 1h20m) por ANIMATEATRO
21H30
DOMINGO, 12
O MAGNÍFICO DITADOR* (M12 | 1h20m) por ANIMATEATRO
O MAGNÍFICO DITADOR* (M12 | 1h20m) por ANIMATEATRO
17H
NO TEATRO TURIM (BENFICA)
30 de março de 2015
Queremos desejar-vos
MUITOS DOCES!
*presente pela EB1 DE AZÓIA (Leiria)
somos super mimados, é verdade, mas é tão bom!
27 de março de 2015
SOMOS TEATRO
| Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2015 por Krzysztof Warlikowski |
Os verdadeiros mestres de teatro encontram-se, regra geral, bem longe do palco. Não costumam mostrar particular interesse pelo teatro como uma máquina de replicar convenções e de reproduzir clichés. Os mestres procuram fora do teatro as suas fontes impulsionadoras, procuram as correntes vivas longe das salas de espectáculo e das multidões focadas simplesmente na imitação deste ou daquele mundo.
É que nós preferimos copiar a inventar mundos que dependam do debate com o público ou dependam das emoções à flor da pele. E, no entanto, não há nada que revele tanto as paixões ocultas como o teatro.
Muitas vezes, recorro à prosa como guia. Dia sim, dia não, dou comigo a pensar nos dramaturgos que há quase um século descreviam profeticamente, mas controladamente, o declínio dos deuses europeus, que descreviam o crepúsculo que levaria a nossa civilização a sucumbir a uma escuridão à espera de ser iluminada. Estou a pensar em Frank Kafka, em Thomas Mann e em Marcel Proust. Hoje incluiria também John Maxwell Coetzee nesse grupo de profetas.
O seu entendimento sobre o inevitável fim do mundo – não do planeta mas do modelo das relações humanas – sobre a ordem social e o caos é tremendamente actual. Para nós que vivemos depois do fim do mundo. Para nós que enfrentamos crimes e conflitos que diariamente se incendeiam em novos locais, com maior velocidade do que os sempre presentes meios de comunicação conseguem mostrar. Estes incêndios depressa se tornam um aborrecimento, desaparecendo das notícias para nunca mais serem vistos. E nós sentimo-nos desamparados, horrorizados e encurralados. Já não temos tempo para construir torres e, as paredes que teimosamente construímos, já não nos protegem de nada – e, pelo contrário, são elas a pedirem uma protecção e um carinho que nos consomem grande parte da nossa energia vital.
Já não temos força para experimentar e descobrir o que está atrás da porta, atrás da parede. E é exactamente por isso que o teatro deve existir e é aí que ele tem de procurar a sua força: o teatro tem de espreitar para os lugares proibidos.
“A lenda tenta explicar o que não é explicável. Porque está agarrada à verdade, a lenda acaba obrigatoriamente no inexplicável”, disse Kafka sobre a transformação da lenda de Prometeu. Acho sinceramente que estas palavras podem descrever o teatro. E é este teatro, que tem os pés assentes na verdade e que procura o inexplicável, que eu desejo a todos os seus trabalhadores, os do palco e os da plateia. E desejo isto de todo o coração.
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Tradução de Margarida Saraiva e Eugénia Vasques,
a partir da tradução em inglês de Philip Boehm


