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25 de janeiro de 2019

22 de janeiro de 2019

26 JANEIRO / Sábado

“MÁRIO ou EU PRÓPRIO-O-OUTRO”
por UMBIGO (Lisboa)
M14 | 60min

26 Janeiro (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30

+ evento facebook


Sobre
Quis o destino, ou outra força desconhecida, como a coincidência, que criássemos esta produção no ano do centenário da morte do seu protagonista: Mário de Sá-Carneiro, 2016. Esta vontade da companhia em recriar cenicamente o texto de José Régio, fantasiando o dia do suicídio do seu amigo Mário, estava na gaveta das nossas vontades, e naquele ano decidimos tirá-la de lá, levando-a agora a outros palcos. Assim, surge esta criação artística, de artistas, sobre artistas, através de artistas e para todos. O poeta e contista Mário de Sá-Carneiro, é o protagonista, José Régio, o autor. Ambos homens das letras. Amigos. Artistas. Loucos. Como se a loucura pudesse ser sempre identificada. Ambos se confrontavam com dualidades, com alter-egos, com contrastes e cobiças projetadas em alguém deles próprios, mas camufladamente privados, íntimos. No caso de Fernando Pessoa, amigo bastante próximo de Sá-Carneiro, podemos dizer que acontecia o mesmo, mas manifestado de forma diferente. Pessoa não só se recriava enquanto vários Outros, mas também dava a conhecê-los. Mário escondia o eu Outro de todos, porque o escondia de si, exorcizando-se dele apenas nos seus textos. Esta projeção era construída através dos reflexos dos seus antagonismos, servindo-se dela para o fazer sentir rebaixado e vitimizado, uma forma de estar que cada vez mais começou a tomar conta deste artista, fruto da sua loucura, ou estranha razão, mas sempre e progressivamente com tendências depressivas, e, mais tarde, suicidas. Foi assim que encontrou a solução para que o outro o deixasse em paz, tomando uma forte dose de estricnina. Régio, através das suas palavras, conta esse momento; cartas entre Mário e Pessoa ilustram esses pensamentos, e com estes ingredientes, nós criámos este espetáculo.

Sinopse
26 de abril de 1916, Mário de Sá-Carneiro suicida-se em Paris. Na verdade, não se suicidou, foi suicidado. Pelo Outro, por ele próprio, o espelho de uma mente instável e revoltada em si, de si, para si. Este espectáculo vem propor um tecido cénico e performativo a este episódio, escrito por Régio e com textos das cartas de Fernando Pessoa, recriando uma relação entre dois personagens com génese apenas num. A atuação das palavras e os diálogos visuais são criados num jogo de conflito, submissão, superioridade e loucura. Os dois personagens não procuram ser o oposto um do outro, mas sim a personificação de desejos e diferenças que Mário almejava. E deu vida ao Outro. E o Outro, deu-lhe a morte.

Ficha Técnica e Artística
Texto de: José Régio | Cartas de: Fernando Pessoa | Poemas de: Mário de Sá-Carneiro | Adaptação e Encenação: rogério paulo | Interpretação: Anouschka Freitas e Ricardo Barceló | Grafismo: roger | Produção Artística: umbigo – companhia de teatro | Produção Executiva: Resto de Nada – Associação Cultural


15 de janeiro de 2019

8 de janeiro de 2019

19 JANEIRO / Sábado




“A NEGRA” concerto
por SARA RIBEIRO (Portugal)

M16 | 60min

19 Janeiro (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30

+ evento facebook


. mother: https://www.youtube.com/watch?v=Eqrei_5UHRs
. roubo da Paz: https://www.youtube.com/watch?v=rqgofqqcqoQ


Sobre
Com percurso firmado como actriz, o mais recente trilho criativo de Sara Ribeiro conduziu-a
à música, sob a pele de A Negra. Este projecto é o resumo da sua longa jornada enquanto intérprete e marca um novo caminho que cruza os seus vários mundos artísticos. A sua diversidade estilística, performativa e vocal é avessa a rótulos, permite-nos, no entanto, colocá-la algures entre a spoken work e a soul, entre o hip hop e o acid, entre a balada e o protesto… La Negra faz-se acompanhar de Hugo Novo (GNR, Loopless…), na composição e arranjos, teclados e sintetizadores, que se entrelaçam num groove envolvente e a bateria de Márcio Pinto (Terrakota, Olivetreedance…) que marca ritmos distantes, do r&b norte-americano às sonoridades tribais africanas e de todo o mundo que os aparta.

Sinopse
A instrumentação e sua voz densa e carregada marcam a pulsação dos textos, fruto das personagens femininas e outras que compõem o imaginário da artista e das inquietações que a assolam. Destaca-se a força da palavra ou as fortes emoções e mensagens que compõem os enredos que La Negra narra. Sejam eles reflexões sobre o mundo, sobre o que os outros nos convocam, sobre os fantasmas que nos habitam, ou protestos com qualquer um daqueles. O mundo de A Negra é tão pungente e visceral, quanto fantasioso e delicado.

Ficha Técnica e Artística
A Negra (Sara Ribeiro) – voz | Márcio Pinto – bateria e percussão | Hugo Novo – teclados e sintetizadores | Frederico Gracias – operação de som | Ao Sul do Mundo – management e agenciamento

4 de dezembro de 2018

27 de novembro de 2018

1 DEZEMBRO / Sábado

"Preciosas Ridículas"
por IN IMPETUS (Lisboa)
M12 | 1H20

1 Dezembro (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30



Sinopse
As Preciosas Ridículas é um texto dramático, uma comédia satírica, escrito e levado à cena por Molière no ano de 1659. O centro narrativo do texto configura uma sociedade constituída em aparências, sinais e tiques de classe, aqui sobrepostos a valores e vivências de fundo Cultural amplo, dando, com isso, uma implacável refracção do mundo ocidental, desde o tempo Barroco ao momento que sociologicamente vamos atravessando, agora no Século XXI.

Ficha Técnica e Artística
Texto: a partir de “As Preciosa Ridículas” de Molière | Encenação: Mário Trigo | Interpretação: Carolina Garção, Mário Trigo, Miguel Coutinho, Pedro Jesus, Pedro Monteiro, Sílvia Moura, Tiago Becker, Tiago Duarte, Victhor Borrén Dias | Direção Técnica: João Pitarma

13 de novembro de 2018

17 NOVEMBRO/ Sábado

“CONEXÕES”
Teatro de improviso p’la Byfurcação Teatro (Sintra)
M16 | 75min

17 NOVEMBRO (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30




6 de novembro de 2018

10 NOVEMBRO / Sábado

“CONEXÕES”
Teatro de improviso p’la Byfurcação Teatro (Sintra)

M16 | 75min

10 e 17 NOVEMBRO (Sábados)
Espaço Animateatro
21H30

+ evento facebook


Sinopse
CONEXÕES – Todos nós temos estórias que povoam as nossas memórias, estórias que não são nossas, contudo apoderamos delas, como se as tivéssemos vivido. Este é o ponto de partida do espetáculo Conexões. Através de estórias partilhadas entre público e atores, os Sem Rede, apresentam o novo espetáculo de teatro de improviso – Conexões – que cria e recria estórias completamente improvisadas que são desembrulhadas das memórias, para ganharem forma no espaço cénico.

Ficha Técnica e Artística
Criação Original: Omar Argentino Galván | Direção de improviso: Ricardo Karitsis | Interpretação: André Sobral, José Frutuoso, Paulo Cintrão e Ricardo Karitsis | Figurinos, Cenografia e Adereços: Byfurcação Teatro | Técnica Luz e Som: Byfurcação Teatro | Imagem: José Frutuoso | Produção: BYfurcação Teatro


1 de outubro de 2018

6 OUTUBRO / Sábado




"AVENIDAS"
concerto por Joaquim Pavão (Porto)
M6 | 60min



6 OUTUBRO (Sábado)
Espaço Animateatro
21h30


Sinopse
O tempo é uma coisa finita. Escala nossa que não permite um maior além do que este encerrar de memórias.
Este é um disco, um primeiro.
Obra a solo para guitarra.
A idade é esta, a que traz todo um passado. Não há nada mais nestas obras que escrevi, do que histórias. Imagens soltas de uma finitude vivida.
Joaquim Pavão


Ficha Técnica e Artística
Música e Guitarra clássica: Joaquim Pavão | Estúdio/Produção: Casa da Lenha | Eng. Aúdio Xavier Marques

3 de setembro de 2018

15 SETEMBRO / Sábado

E... voltámos com a programação!

"Esta noite, MORFEU!"
por SUI GENERIS (Lisboa)
M16 | 60min

15 SETEMBRO (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30



Sinopse

Esta noite, Morfeu! é uma criação coletiva que propõe um espaço onde tanto o corpo, como a voz, como o próprio cenário assumem uma grande plasticidade de formas. Esta nossa primeira criação teve como ponto de partida a história do escultor alemão do século XVIII Franz Messerschmidt que viveu toda a sua vida a lutar contra os seus fantasmas, tentando exorcizá-los através da escultura.
Neste espetáculo colocamos em causa as nossas crenças, os caminhos possíveis, a própria vida e, inundamos a mente com ideias tão loucas quanto as que nos passaram pela cabeça à noite no meio dos lençóis, porque a nossa mente, como a de Franz, tem a capacidade de criar durante o sono, as coisas mais incríveis, disformes e impossíveis que possamos imaginar.

O Autor
Enquanto autor, confesso que me dá prazer escrever com base em factos históricos, inspirar-me nos feitos dos outros de forma a criar algo novo. A vontade de escrever uma peça de teatro já borbulhava há algum tempo e, foi enquanto via um programa de televisão sobre museus, que fiquei a conhecer a obra de Franz Messerschmidt. Percebi nesse momento que era sobre ele, sobre o incómodo da sua obra que me queria inspirar para este texto. O que vão ver representado não é a vida de Franz, pelo contrário, é a não vida, é uma zona onírica onde a realidade se confunde com a ficção para criar um espaço ambíguo que poderá ser qualquer coisa, em qualquer tempo. Isto não é uma homenagem a Franz, mas sim um tirar o chapéu.

Ficha Técnica e Artística
Criação SUI GENERIS TEATRO | Encenação COLECTIVA | Texto TIAGO FIIPE | Espaço cénico e figurinos GONÇALO VENTURA | Música original PEDRO BATISTA | Vídeo PEDRO MINEIRO | Produção LARA MATOS E MARIANA VARELA | Cartaz DESIGN HOMENS DO SACO | Com LARA MATOS e TIAGO FILIPE

22 de maio de 2018

26 MAIO / Sábado

"À ESPERA DE GODOT"
por SAI DE CENA | (Lisboa)

M12 | 1H15

26 MAIO (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30


Sinopse
Dois vagabundos, “Didi” e “Gogo”, esperam infinitamente pela vinda de “Godot”, esperam que alguém virá salvá-los da sua realidade.
Godot é a esperança de qualquer coisa que está para vir…
Uma tentativa de ridicularizar a nossa vida quotidiana revelando o absurdo da nossa existência.

Ficha Técnica e Artística
Adaptação e Encenação: Marisa Manarte | Intérpretes: Fábio Rodrigues, Hugo Escudeiro, Joana Matias, Márcio Sant’Anna, Sara Quintela | Design Gráfico: Márcio Sant’Anna | Produção: Sai de Cena

24 de abril de 2018

28 ABRIL / Sábado

"INAUGURAÇÃO"
por NINHO DE VÍBORAS | (Almada)
M12 | 45min

28 ABRIL (Sábado)
Espaço Animateatro
21H30

+ evento facebook


Sinopse
“INAUGURAÇÃO” é uma peça de teatro simples, clara e evidente.
Três personagens dão voz ao que de humano há em ser-se humano. Duas vozes, um casal apanhado nas malhas do seu consumo desenfreado, atolado em objetos opressores de uma liberdade perdida, esquecida, ou apenas dormente, recebe em casa um amigo, voz em tudo oposta às suas, guardiã das coisas simples que não saltam aos olhos e não ensurdecem. A noite desenrola-se suavemente aos solavancos, como se se ouvisse duas músicas, divergentes no tom, a tocar ao mesmo tempo. À saída do amigo, no final da noite, segue-se o barulho ensurdecedor do silêncio deste casal que, despindo peça a peça um véu de máscaras, se vê irresistivelmente “nu” perante si próprio.
‘INAUGURAÇÃO’, de Václav Havel. Projeto há muito na calha. Uma crítica aberta ao consumismo e ao encardir da alma que esse mesmo consumismo provoca. Uma peça sem tempo. Três atores, um casal e o amigo, numa sala irrespirável, jogam um jogo que não é o mesmo para uns e outro, revelando, pouco a pouco, o pouco que fica uma vez retirada a parafernália de objetos de consumo, quais sombras, que oprimem a simplicidade e a beleza do que é ser-se humano.
(Cristina Gonçalves, Julho de 2016)

Ficha Técnica e Artística
Texto: Václav Havel | Tradução, Dramaturgia e Encenação: Cristina Gonçalves | Intérpretes: Cristina Gonçalves (Vera), Paulo Diegues (Miguel), Joaquim Pedro (Van) | Cenografia e Grafismo: Carlos Janeiro | Música: Rui Freire | Interpretação Musical (bateria): Rui Freire ou António Rodrigues | Fotografia de Cena: António Coelho | Iluminação: Gabriel Orlando | Produção Executiva: Karas